domingo, 18 de abril de 2010

Just believe me.

Como já dizia uma pessoa muito sábia, quem acredita sempre alcança.

Mas, o que é realmente necessário pra transformar um sonho em realidade? Acreditar, é claro. Acreditar em si próprio.

Eu tento acreditar, mesmo que quase todo o mais não acredite. Mesmo que todo o mais me julgue por acreditar em mim mesma. Mesmo que todo o mais não queira me ver realizar.

Eu quero, eu sei que eu posso. Eles não sabem, mas eu sei. Tem mais gente que sabe, mas eles não são ouvidos, assim como eu não sou.

A quantos mais eu vou ter que provar que é possível antes que aquela pessoa (aquela que eu mais queria que acreditasse) se convença disso também?
Não sei, isso me incomoda.

Os meus obstáculos, nesse caso, são literalmente meus. São problemas dentro de mim, de qualquer forma... Se estão EM MIM, eu posso retirá-los, não?

Sim, eu posso.
Só basta acreditar.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Cenas e cenários.

Uma noite tão bonita, presenciando mais uma daquelas convulsões.
Isso é inadimissível!

É interessante como as coisas mais tristes acontecem em cenários tão bonitos, tão perfeitos!
É raro acontecer o contrário!

A noite, com suas estrelas. O dia, com o céu mais azul.
Algo a ser contemplado! Mas por que alguém perderia o seu tempo discutindo enquanto acontece tamanho espetáculo? Até agora eu me pergunto.

E como é possível serem encontrados mais motivos para discórdia, quando se presume que todos já tenham sido aniquilados? Não basta levar tudo o que eu tenho? Por que isso não pode ser o bastante?

Voltando a noite, que é quando mais acontece esse tipo de coisa. Você pode se perder na noite, se quiser. Isso é realmente fácil. Mas eu desejo, de todo o meu coração, que você não se perca da forma que eu me perdi.

Sinto que estou perdendo a mim mesma, quando não há mais nada a entregar.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Marcas.

Interessante como todos (ou quase todos) os textos que eu posto aqui, são "marcados".

As marcas, pelas lágrimas retiradas aos socos e chutes (metafóricamente, é claro) e palavras (somente pelas palavras, na realidade), não ficam só aqui ou nos meus rascunhos. Marcas, de todas as brigas cujas feridas cicatrizam.

Como já disse uma pessoa muito inteligente, quando você briga, as feridas cicatrizam, mas elas nunca vão embora.

Cicatrizes. Tristes lembretes das memórias que você mais tenta guardar no fundo, mais fundo e inalcançável do seu coração.

Esse devaneio quase me fez sorrir, pensar nisso quase me deixou feliz por ver algo que estava o tempo todo na minha frente, mas que parecia invisível aos meus "olhos".

Mas nada pode me curar nesse momento. É só mais uma das minhas crises, eu sei. Mas por que será que cada crise parece mais forte do que as outras? Será que é porque a minha resistência se encontra reduzida? Será que é porque eu realmente acreditava que isso NUNCA MAIS ia acontecer?

Imagino que seja pelo último motivo. Inocência, sim. Eu sabia, no fundo, que isso não iria acabar de uma hora pra outra. Não basta um esforço tão pequeno, nada acontece tão facilmente assim.

sábado, 3 de abril de 2010

Untitled.

Não ia escrever isso, mas não tinha outro jeito de expressar o que eu estou sentindo agora.

As lembranças do que foi dito simplesmente agem como se fosse lâminas, dilacerando meu coração, minha mente, acabando comigo aos poucos.

Por que eu não consigo esquecer aquelas palavras que tanto me machucam? Por que eu não posso deixar tudo aquilo desaparecer e seguir em frente como se nada tivesse acontecido?

Será que é porque as coisas não ficaram exatamente claras? Será que é porque eu não sei o que seria dito se não tivesse se interrompido?

Não sei e esse é o fantasma que me persegue.

Tudo o que eu ouvi já seria o suficiente, todos percebem, mas deveria ainda haver algo a mais pra acabar de vez comigo.

Isso vai acontecer.
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PS: É mesmo muito drama, mas não sei como fazer isso, então...
PS²: Obrigada mesmo a quem tem paciência pra ler o que eu escrevo, é muito importante pra mim.

Cause I'm not alone.

Ok, demorei, mas voltei -q

A questão é que eu fiquei um tanto desmotivada depois de ouvir que só escrevo besteira e que deveria parar, mas na verdade, eu não vou.

Nesse caso, entra aquela velha história de que "o que é bom pra uns, pode não ser bom pra outros", certo? Se uma pessoa não gosta do que eu escrevo, eu infelizmente não vou mudar por causa disso.

Mas, mudando de assunto, o que é ser normal? Sim, cada um tem um conceito de normal, mas, assim como a perfeição, só pode haver um. Mais precisamente, somente uma pessoa pode ser perfeita e só uma pode ser normal, uma vez que não há um igual a outro.

Algumas pessoas pensam que eu sou louca, por quê? Só porque eu não sou igual a elas? Não é justo!

Eu sou emotiva, sim. Me estresso com facilidade, sim. Sou uma pessoa difícil também, mas isso pode ser normal, não é? Pra uns sim, pra outros não, mas existe essa possibilidade.

E existe aquela pessoa que é a prova de que é possível me entender, sempre existe (não vou citar nomes, mas é a pessoa que mais vezes manteve a minha sanidade mental!).

Por fim, completo dizendo a alguém que provavelmente não vai ler (porque ela disse que eu só escrevo besteira, então não vai perder o próprio tempo lendo isso) que eu realmente sinto muito não poder ser o que ela sempre quis.