sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

I feel like I'm living the worst day, over and over again...

Mais uma vez estou aqui com essa mesma história, os mesmos problemas...

A situação é a seguinte: as pessoas se sentem ofendidas ao me ver com o meu namorado na rua, abraçados civilizadamente, posso garantir a vocês que não estava fazendo nenhum ato obsceno. Dito isso, meu ponto de vista é o seguinte:

Estou morrendo aos poucos, sei disso, posso perceber que a cada segundo que passa um pedaço de mim é despedaçado pelas lembranças, por lembrar de toda aquela acusação, por saber que eu não posso simplesmente ser eu mesma sem que alguém esteja atrás de mim, medindo os meus passos, as palavras, os gestos...

Odeio isso! As pessoas estão me matando, essa maldita sociedade que se finge de santa vai acabando cada dia mais com a minha vida, com o que eu sou. Eu não quero mais essa gente na minha vida, não quero mais essas acusações, não quero ouvir de uma pessoa que eu amo que eu não presto. Não faço nada demais, como podem não ver isso? É errado amar alguém? É errado sentir falta de estar com a pessoa? Eu só queria estar com ele, só isso, como pode alguém não entender?

Só porque eu não fico atrás dos muros? Só porque eu não fujo da aula pra ir pra pracinha daqui de perto? Só porque eu não me finjo de santa? Eu não sou uma santa, não sei quem esperava que eu fosse. Eu também não escondo nada de ninguém, todos sabem o que eu faço, sabem que não é nada de errado. Mas errado é não esconder? Se uma garota namora escondida, ela é julgada. Se não, é julgada da mesma forma. Como viver em paz com "as pessoas" dessa forma? Isso não existe, não adianta.

Eu não deveria me importar com o que as pessoas dizem, pois isso não é um costume meu, mas como seria isso possível se "as pessoas" são justamente uma daquelas que você mais ama?

E ainda mais: os outros me desrespeitam, afinal. Ou ligar o som a todo volume quando eu estou tentando estudar não é falta de respeito? Ou então encarar como se eu fosse uma criminosa, sim, uma criminosa. E falar da minha vida, não é falta de respeito? Respeito, ah, droga! Respeito é falar com os outros quando eles cumprimentam, não é? Agora eu sou uma exceção? Agora eu sou indigna? Agora sou impura? EU NÃO FIZ NADA DE MAL, dá pra entender?

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Sim, eu estou chorando agora enquanto eu digito, não consigo mais suportar ouvir tudo isso, não consigo mais, não agüento mais. Esse post teria um fim mais apropriado e mais claro, mas não consigo sequer digitar, que dirá pensar ainda mais nessa história.
Talvez um dia eu possa escrever aqui que os meus problemas acabaram, que as pessoas passaram a entender o meu lado e a me tratar como gente, por fim.

Obrigada!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Livro.

Antes de tudo, desculpem por esse desabafo tão confuso.
Para tentar explicar melhor, procure imaginar uma garota que tem alguém se metendo a sua vida. Imaginem a sua revolta ao ouvir as calúnias, ao ver os olhares, ao ouvir de alguém que você ama que está ao lado deles.

Obrigada <3
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Nada posso fazer se nada tenho a oferecer que não seja a loucura do ser que sou. Julgada por isso sou, mas explicarei mais tarde. Aceita-a, se for de boa vontade, em apenas um teste de personalidade. Podes descobrir-te mais semelhante a mim do que és capaz de enxergar.

Não julga antes que termines de conhecer o meu interior. És forte o suficiente para suportar tamanho surrealismo? O mesmo num sentido meio figurado, pois pode ser muito assustador saber o que eu penso e conhecer em que acredito.

Pensa bem, sou um livro fechado que está na tua frente. Você tem nas mãos a escolha. Decida se quer ou não saber quem eu sou, para que não te arrependas. Se ainda assim te arrependeres, não me ofenda.

Explicando o que disse no início, me irritam ao todo essas pessoas que querem "entrar" na minha vida e ainda se acham no direito de julgar o que vêem. Mais do que isso, me matam ao poucos com todas as suas acusações.

Sou apenas um ser humano, como podem eles não perceber isso? Eu tento ser forte para suportá-los, mas não acho que o tempo tenha me dado força suficiente.

Nesse caso, não seria mais fácil ignorar-me se ofendo o seu interior tão puro, inocente e infantil com a toda a minha obscenidade?

Não seria mais fácil lutar contra o seu interesse pela minha vida (pelo que faço) e abandonar-me de vez? Não é assim que se faz com livros, novelas e filmes cujo conteúdo lhes é ofensivo? Porque, acredita, é isso que aquelas pessoas (perdoa-me o termo) malditas pensam que sou. É assim que me vêem, como algo a lhes das assunto para discutir depois.

Agora deves estar assustado, não o condeno por isso. É uma reação natural. Mas saiba que sou mais do que esse alguém que só serve para dar assunto às más línguas. Para que tenhais uma idéia, eu nem faço nada de mal. Sei ser educada, amigável, amiga, simpática, gentil, companheira e mais, modéstia a parte. Mas não sei ser falsa, mentirosa ou hipócrita e é justamente isso que esperam de mim. Sempre mais, mais, o que eu não quero pra minha vida.

Enfim, espero que se decida ao ler esse prólogo.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Aniversário.




Dele, o mestre *-*

Billie Joe Armstrong, vocalista do Green Day, completa 38 anos hoje! Eu particularmente acho que ele não aparenta ter isso, mas enfim...
Mestre porque ele canta muito bem, compõe músicas incríveis, toca guitarra, bateria, saxofone e mais um monte de outras coisas e tudo o mais. Uma inspiração pra todos os fãs do Green Day e principalmente pra mim ♥
As músicas do Green Day são a trilha sonora da minha vida (vide nome do blog, vide título do blog e -Q), todo mundo já deve ter percebido isso, mas o que as pessoas por muitas vezes parecem não perceber é a forma como as letras deles me marcam! Me identifico (da minha forma, é claro) e isso é uma das coisas que mais me fazem entender porque eu amo taaanto essa banda!
Enfim, parabéns a ele e *-*
My beating heart belongs to you ♥

sábado, 13 de fevereiro de 2010

I wanna live a life from a new perspective...

Ver o mundo e viver a vida de uma nova perspectiva, ah, que sonho!
Mas até isso acontecer, é tão complicado...

Mudanças devem ser lentas, não é? O choque que elas podem causar naqueles que nos conhecem pode ser um tanto forte. Mas e se as mudanças são tão lentas que ninguém parece capaz de reconhecê-las? Bem, aí deve-se encontrar o equilíbrio.

Mudar não é fácil, principalmente se não for de vontade própria. Pode ser doloroso, pode não ser o suficiente pra te transformar no desejado. É uma possibilidade grande, considerando que cada um quer que você seja de um jeito.

Conciliar as mudanças com o que você quer ser é MUITO complicado, isso eu posso garantir. Você não quer ser igual a outro, mas essa pode ser a única solução.

Depois que você aceita, o que acontece? Vem a SUA infelicidade, pois não é mais você, e sim outra pessoa em seu lugar. Um personagem.

Não seria tudo muito mais fácil se as pessoas aceitassem os outros em suas próprias personalidades? Por que os personagens são mais aceitos? Porque eles são os perfeitos? Bem, como eu mesma já disse, perfeição só há uma e o conceito da mesma muda de um para outro.


E mudar de vontade própria? Sim, é mesmo mais fácil, mas lidar com as conseqüências pode ser muito difícil. Uma mudança brusca demais pode causar impacto demais.

Como lidar com isso, então? Se você não pode simplesmente ser o que você é, mas também não pode mudar por vontade própria, ao mesmo tempo em que não quer mudar por pressão alheia!

Só vejo uma solução, que é esperar a compreensão.