
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
E hoje a noite não tem luar.

O lado (a)normal da força.
sábado, 9 de outubro de 2010
Mudanças?
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
And that's why I love you.
domingo, 5 de setembro de 2010
Fantasma.
sábado, 4 de setembro de 2010
PS: I love you.
Como viver sem ter você, quando você é o principal motivo que me mantém completamente sã?
Como tentar olhar tudo de outro ângulo, quando eu não posso me afastar? É impossível para mim, você sabe.
O que eu sinto por você é mais do que simplesmente uma incontrolável atração física. Sinceramente, eu mal consigo explicar, mas eu sei que é bem mais do que isso.
Você sabe exatamente o que eu sinto por você. Eu te amo demais, demais, infinitamente e incondicionalmente. Quero ficar sempre (e pra sempre) ao seu lado.
Entenda, isso é mais do que você pode imaginar.
-
PS: Esse texto é meio antigo, faz um tempão que eu escrevi, mas nunca tive coragem de postar. Re-editei e postei, espero que isso não dê confusão.
PS²: É tudo verdade, mesmo.
PS³ (a ele): Eu te amo e por isso eu não consigo abrir mão de ter você perto de mim, mesmo que eu precisasse de um tempo pra resolver as coisas. Sem você eu não sou capaz de resolver nada, só capaz de arrumar mais problemas ainda L
quinta-feira, 29 de julho de 2010
I promise.
Ainda mais se as sua cabeça for incomumente confusa?
Não é facil, vou te dizer.
-
O que eu faço pra demonstrar exatamente o que eu sinto por você?
O que eu sinto quando a sua mão está junto à minha... Quando os seus braços me envolvem e eu me sinto completamente bem? O que eu sinto quando você diz que me ama e que vai ficar comigo pra sempre?
E o que eu faço pra demonstrar que o problema sou eu? Louca, neurótica e traumatizada? A culpa não é sua, nem mesmo sei se é minha.
Quando você está longe, minha perspectiva é completamente diferente, considerando tudo.
Por que, exatamente, eu me sinto tão insegura com relação a tudo se, na verdade, eu tenho certeza de que vai dar tudo certo? Eu sei que nada do que aconteceu no passado vai se repetir, eu sei, eu tenho certeza.
Você sabe do que eu estou falando, não sabe?
Bem, não sei mais como lidar comigo mesma.
Nem com meus medos, nem com nada disso.
Eu só quero lhe fazer feliz, saiba disso.
E eu vou, eu prometo.
sábado, 24 de julho de 2010
Contradição.
E é pra uma pessoa que não vai ler e que não merece.
E também é antigo, foi escrito enquanto eu estava indignada com a atitude dessa pessoa -s
=
O tempo passa.
Você sabe, pode ser lentamente, mas passa.
Entenda.
Todo o seu ressentimento não me faz sentir remorso, apesar de seu olhar demonstrar seus pensamentos.
Traição.
Não houve, pelo menos não da minha parte, não é? Seja capaz de concordar. A culpa não é minha.
Eu queria que você fosse feliz, apesar do mal que você me fez, como eu estou feliz agora.
Porque ele me faz feliz de uma forma que você não seria capaz.
Ele é para mim o que você nunca foi.
Ele me completa.
Sorrir.
Por quê? Algo de secreto e proibido havia no seu sorriso. Secreto, eu realmente não consegui descobrir o que. Um dia você mesmo irá me dizer.
Contradição.
Uma contradição ambulante, eu diria. Você se contradiz sem ao menos dizer nada. Isso sim pode ser uma contradição.
Para os que não te conhecem.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
And I just want you to know.
Sério, você não tem ideia do quanto eu gostaria de te fazer feliz. Você não pode sequer imaginar o quanto parte o meu coração ouvir que você quer me deixar, que você se arrepende de tudo.
Depois você diz que não, mas essa é a verdade, todo mundo vê.
Afinal, não é nos momentos de "nervosismo" que a verdade aparece?
Se eu não posso ser o que você quer, me perdoe. Eu sinceramente não sei mais o que fazer.
Lembrar de todo o esforço que eu faço para fazer as suas vontades me deixa doente. Doente, completamente doente.
Como eu estou agora.
Eu pensava que nunca mais voltaria a escrever algo desse tipo, mas você me enganou.
Você pode me enganar, mas nunca a si mesma.
Pare de tentar, você sabe que é impossível.
E não importa que eu atinja TODOS os meus objetivos. São muitos. Você nunca vai ver o motivo por trás deles.
Eu já mostrei, você não viu.
Se viu, ignorou.
Tudo bem, não importa mais.
Eu não estou enganando a mim mesma.
Eu sei exatamente até onde isso vai.
Queria poder resolver isso antes do fim, mas eu sei que não posso.
Impossibilidade, a que não existe.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Para sempre.
E esse post é dedicado especialmente a uma pessoa que me inspirou a voltar a escrever. (Além do pessoal que lê, né? ♥)
-
Porque em cada momento em que eu estou com você eu me sinto completa.
A angústia que me domina quando você vai é inexplicável.
Só Deus sabe o que eu não faria para ter você ao meu lado sempre, todo o tempo.
Escrevo isso porque, nesse momento, a falta que você me faz ameaça me esmagar. Eles não querem que você esteja comigo, querem te tirar de mim.
Não vou deixar, eu garanto.
Por que eu não posso ter o que eu quero? Eu nunca quero nada, mas o que eu quero não querem que eu tenha!
Eu quero você. Sempre e somente você.
E quero que você me queira da mesma forma.
Querer, o termo subjetivo, lembra? Nesse caso, eu quero no sentido literal. Agora, sempre.
Para sempre.
sábado, 1 de maio de 2010
She's all alone again...
Voltando a nossa questão, sabe o que me faz viver? Provavelmente você sabe. Eu vivo porque te amo. Sou como Heathcliff, sabe? Amo aquele que me mata. Você me mata, sabe disso e faz de propósito. Ou pensa que eu não vi aquele sorriso maligno que atravessou seu pensamento até chegar em sua expressão quando falou as palavras que, certamente, me fariam chorar?
A propósito, onde estará aquele que pode aliviar o meu sofrimento? Porque aqui ele, infelizmente, não está... Ele tem medo de me defender de você, ele sabe que você também acabaria com ele. Todos tem receio de me defender na sua frente, pois sabem que, mais dia ou menos dia, isso se voltará contra eles. Os entendo, conheço os efeitos da sua "revolta" na minha própria pele, ou melhor, em meu próprio coração.
Sinceramente, o objetivo da minha vida sempre foi, e sempre será, te deixar orgulhosa. Devo estar fazendo isso da forma errada, pois quanto mais eu tento, menos funciona.
Você fala de mim, mas como disse alguém essa semana, os defeitos que você vê nos outros, são, na verdade, um pouco seus. Você deveria pensar melhor nisso!
Quando que achava que não teria mais força pra suportar esse tipo de sofrimento, aparece mais. Eu estou acabando, morrendo enquanto procuro forças em algum lugar dentro de mim.
Apesar de tudo isso, quero que você saiba que eu vou lutar, até o último dia da minha vida, para que você entenda que, quando eu disse que vou conseguir te "agradar", eu estava realmente disposta a fazê-lo. E que, quando eu disse que eu vou conseguir te deixar feliz, eu realmente vou fazer.
domingo, 18 de abril de 2010
Just believe me.
Mas, o que é realmente necessário pra transformar um sonho em realidade? Acreditar, é claro. Acreditar em si próprio.
Eu tento acreditar, mesmo que quase todo o mais não acredite. Mesmo que todo o mais me julgue por acreditar em mim mesma. Mesmo que todo o mais não queira me ver realizar.
Eu quero, eu sei que eu posso. Eles não sabem, mas eu sei. Tem mais gente que sabe, mas eles não são ouvidos, assim como eu não sou.
A quantos mais eu vou ter que provar que é possível antes que aquela pessoa (aquela que eu mais queria que acreditasse) se convença disso também?
Não sei, isso me incomoda.
Os meus obstáculos, nesse caso, são literalmente meus. São problemas dentro de mim, de qualquer forma... Se estão EM MIM, eu posso retirá-los, não?
Sim, eu posso.
Só basta acreditar.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Cenas e cenários.
Isso é inadimissível!
É interessante como as coisas mais tristes acontecem em cenários tão bonitos, tão perfeitos!
É raro acontecer o contrário!
A noite, com suas estrelas. O dia, com o céu mais azul.
Algo a ser contemplado! Mas por que alguém perderia o seu tempo discutindo enquanto acontece tamanho espetáculo? Até agora eu me pergunto.
E como é possível serem encontrados mais motivos para discórdia, quando se presume que todos já tenham sido aniquilados? Não basta levar tudo o que eu tenho? Por que isso não pode ser o bastante?
Voltando a noite, que é quando mais acontece esse tipo de coisa. Você pode se perder na noite, se quiser. Isso é realmente fácil. Mas eu desejo, de todo o meu coração, que você não se perca da forma que eu me perdi.
Sinto que estou perdendo a mim mesma, quando não há mais nada a entregar.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Marcas.
As marcas, pelas lágrimas retiradas aos socos e chutes (metafóricamente, é claro) e palavras (somente pelas palavras, na realidade), não ficam só aqui ou nos meus rascunhos. Marcas, de todas as brigas cujas feridas cicatrizam.
Como já disse uma pessoa muito inteligente, quando você briga, as feridas cicatrizam, mas elas nunca vão embora.
Cicatrizes. Tristes lembretes das memórias que você mais tenta guardar no fundo, mais fundo e inalcançável do seu coração.
Esse devaneio quase me fez sorrir, pensar nisso quase me deixou feliz por ver algo que estava o tempo todo na minha frente, mas que parecia invisível aos meus "olhos".
Mas nada pode me curar nesse momento. É só mais uma das minhas crises, eu sei. Mas por que será que cada crise parece mais forte do que as outras? Será que é porque a minha resistência se encontra reduzida? Será que é porque eu realmente acreditava que isso NUNCA MAIS ia acontecer?
Imagino que seja pelo último motivo. Inocência, sim. Eu sabia, no fundo, que isso não iria acabar de uma hora pra outra. Não basta um esforço tão pequeno, nada acontece tão facilmente assim.
sábado, 3 de abril de 2010
Untitled.
As lembranças do que foi dito simplesmente agem como se fosse lâminas, dilacerando meu coração, minha mente, acabando comigo aos poucos.
Por que eu não consigo esquecer aquelas palavras que tanto me machucam? Por que eu não posso deixar tudo aquilo desaparecer e seguir em frente como se nada tivesse acontecido?
Será que é porque as coisas não ficaram exatamente claras? Será que é porque eu não sei o que seria dito se não tivesse se interrompido?
Não sei e esse é o fantasma que me persegue.
Tudo o que eu ouvi já seria o suficiente, todos percebem, mas deveria ainda haver algo a mais pra acabar de vez comigo.
Isso vai acontecer.
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PS: É mesmo muito drama, mas não sei como fazer isso, então...
PS²: Obrigada mesmo a quem tem paciência pra ler o que eu escrevo, é muito importante pra mim.
Cause I'm not alone.
A questão é que eu fiquei um tanto desmotivada depois de ouvir que só escrevo besteira e que deveria parar, mas na verdade, eu não vou.
Nesse caso, entra aquela velha história de que "o que é bom pra uns, pode não ser bom pra outros", certo? Se uma pessoa não gosta do que eu escrevo, eu infelizmente não vou mudar por causa disso.
Mas, mudando de assunto, o que é ser normal? Sim, cada um tem um conceito de normal, mas, assim como a perfeição, só pode haver um. Mais precisamente, somente uma pessoa pode ser perfeita e só uma pode ser normal, uma vez que não há um igual a outro.
Algumas pessoas pensam que eu sou louca, por quê? Só porque eu não sou igual a elas? Não é justo!
Eu sou emotiva, sim. Me estresso com facilidade, sim. Sou uma pessoa difícil também, mas isso pode ser normal, não é? Pra uns sim, pra outros não, mas existe essa possibilidade.
E existe aquela pessoa que é a prova de que é possível me entender, sempre existe (não vou citar nomes, mas é a pessoa que mais vezes manteve a minha sanidade mental!).
Por fim, completo dizendo a alguém que provavelmente não vai ler (porque ela disse que eu só escrevo besteira, então não vai perder o próprio tempo lendo isso) que eu realmente sinto muito não poder ser o que ela sempre quis.
terça-feira, 9 de março de 2010
It keeps me holding on ♪

Se é o que eu posso fazer, por que não, então? Porque eu simplesmente não sei como usá-las, uma vez que o que eu sinto por você não pode ser colocado em palavras.
Você sabe exatamente como lidar comigo, o que é uma coisa quase excepcional! Eu sou difícil, sim, muito difícil, isso faz parte de mim, e ainda assim você consegue entender o que eu faço, consegue lidar com os meus problemas.
Afinal, qual garoto teria paciência para agüentar uma garota como eu? Eu, que não posso sequer sair com você? Eu, que sou obrigada a ficar dias e dias sem te ver? Mesmo quando cada segundo aumenta a minha tristeza, como você mesmo já sabe.
Às vezes eu penso em acabar com isso, te deixar livre. Você sabe disso, eu sempre digo. Mas não consigo. Como é se separar de alguém que faz parte de você? Aliás, como é se separar de alguém a qual pertence tudo o que há em você?
Bem, isso parece muito metafórico, mas é a mais pura verdade.
Então, especialmente hoje, quero que você saiba que eu te amo muito, muito mesmo, e que eu sempre estarei aqui, somente por você.
This heart it beats, beats for only you, my heart is yours ♥
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
I feel like I'm living the worst day, over and over again...
A situação é a seguinte: as pessoas se sentem ofendidas ao me ver com o meu namorado na rua, abraçados civilizadamente, posso garantir a vocês que não estava fazendo nenhum ato obsceno. Dito isso, meu ponto de vista é o seguinte:
Estou morrendo aos poucos, sei disso, posso perceber que a cada segundo que passa um pedaço de mim é despedaçado pelas lembranças, por lembrar de toda aquela acusação, por saber que eu não posso simplesmente ser eu mesma sem que alguém esteja atrás de mim, medindo os meus passos, as palavras, os gestos...
Odeio isso! As pessoas estão me matando, essa maldita sociedade que se finge de santa vai acabando cada dia mais com a minha vida, com o que eu sou. Eu não quero mais essa gente na minha vida, não quero mais essas acusações, não quero ouvir de uma pessoa que eu amo que eu não presto. Não faço nada demais, como podem não ver isso? É errado amar alguém? É errado sentir falta de estar com a pessoa? Eu só queria estar com ele, só isso, como pode alguém não entender?
Só porque eu não fico atrás dos muros? Só porque eu não fujo da aula pra ir pra pracinha daqui de perto? Só porque eu não me finjo de santa? Eu não sou uma santa, não sei quem esperava que eu fosse. Eu também não escondo nada de ninguém, todos sabem o que eu faço, sabem que não é nada de errado. Mas errado é não esconder? Se uma garota namora escondida, ela é julgada. Se não, é julgada da mesma forma. Como viver em paz com "as pessoas" dessa forma? Isso não existe, não adianta.
Eu não deveria me importar com o que as pessoas dizem, pois isso não é um costume meu, mas como seria isso possível se "as pessoas" são justamente uma daquelas que você mais ama?
E ainda mais: os outros me desrespeitam, afinal. Ou ligar o som a todo volume quando eu estou tentando estudar não é falta de respeito? Ou então encarar como se eu fosse uma criminosa, sim, uma criminosa. E falar da minha vida, não é falta de respeito? Respeito, ah, droga! Respeito é falar com os outros quando eles cumprimentam, não é? Agora eu sou uma exceção? Agora eu sou indigna? Agora sou impura? EU NÃO FIZ NADA DE MAL, dá pra entender?
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Sim, eu estou chorando agora enquanto eu digito, não consigo mais suportar ouvir tudo isso, não consigo mais, não agüento mais. Esse post teria um fim mais apropriado e mais claro, mas não consigo sequer digitar, que dirá pensar ainda mais nessa história.
Talvez um dia eu possa escrever aqui que os meus problemas acabaram, que as pessoas passaram a entender o meu lado e a me tratar como gente, por fim.
Obrigada!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Livro.
Para tentar explicar melhor, procure imaginar uma garota que tem alguém se metendo a sua vida. Imaginem a sua revolta ao ouvir as calúnias, ao ver os olhares, ao ouvir de alguém que você ama que está ao lado deles.
Obrigada <3
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Nada posso fazer se nada tenho a oferecer que não seja a loucura do ser que sou. Julgada por isso sou, mas explicarei mais tarde. Aceita-a, se for de boa vontade, em apenas um teste de personalidade. Podes descobrir-te mais semelhante a mim do que és capaz de enxergar.
Não julga antes que termines de conhecer o meu interior. És forte o suficiente para suportar tamanho surrealismo? O mesmo num sentido meio figurado, pois pode ser muito assustador saber o que eu penso e conhecer em que acredito.
Pensa bem, sou um livro fechado que está na tua frente. Você tem nas mãos a escolha. Decida se quer ou não saber quem eu sou, para que não te arrependas. Se ainda assim te arrependeres, não me ofenda.
Explicando o que disse no início, me irritam ao todo essas pessoas que querem "entrar" na minha vida e ainda se acham no direito de julgar o que vêem. Mais do que isso, me matam ao poucos com todas as suas acusações.
Sou apenas um ser humano, como podem eles não perceber isso? Eu tento ser forte para suportá-los, mas não acho que o tempo tenha me dado força suficiente.
Nesse caso, não seria mais fácil ignorar-me se ofendo o seu interior tão puro, inocente e infantil com a toda a minha obscenidade?
Não seria mais fácil lutar contra o seu interesse pela minha vida (pelo que faço) e abandonar-me de vez? Não é assim que se faz com livros, novelas e filmes cujo conteúdo lhes é ofensivo? Porque, acredita, é isso que aquelas pessoas (perdoa-me o termo) malditas pensam que sou. É assim que me vêem, como algo a lhes das assunto para discutir depois.
Agora deves estar assustado, não o condeno por isso. É uma reação natural. Mas saiba que sou mais do que esse alguém que só serve para dar assunto às más línguas. Para que tenhais uma idéia, eu nem faço nada de mal. Sei ser educada, amigável, amiga, simpática, gentil, companheira e mais, modéstia a parte. Mas não sei ser falsa, mentirosa ou hipócrita e é justamente isso que esperam de mim. Sempre mais, mais, o que eu não quero pra minha vida.
Enfim, espero que se decida ao ler esse prólogo.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Aniversário.

Billie Joe Armstrong, vocalista do Green Day, completa 38 anos hoje! Eu particularmente acho que ele não aparenta ter isso, mas enfim...
sábado, 13 de fevereiro de 2010
I wanna live a life from a new perspective...
Mas até isso acontecer, é tão complicado...
Mudanças devem ser lentas, não é? O choque que elas podem causar naqueles que nos conhecem pode ser um tanto forte. Mas e se as mudanças são tão lentas que ninguém parece capaz de reconhecê-las? Bem, aí deve-se encontrar o equilíbrio.
Mudar não é fácil, principalmente se não for de vontade própria. Pode ser doloroso, pode não ser o suficiente pra te transformar no desejado. É uma possibilidade grande, considerando que cada um quer que você seja de um jeito.
Conciliar as mudanças com o que você quer ser é MUITO complicado, isso eu posso garantir. Você não quer ser igual a outro, mas essa pode ser a única solução.
Depois que você aceita, o que acontece? Vem a SUA infelicidade, pois não é mais você, e sim outra pessoa em seu lugar. Um personagem.
Não seria tudo muito mais fácil se as pessoas aceitassem os outros em suas próprias personalidades? Por que os personagens são mais aceitos? Porque eles são os perfeitos? Bem, como eu mesma já disse, perfeição só há uma e o conceito da mesma muda de um para outro.
E mudar de vontade própria? Sim, é mesmo mais fácil, mas lidar com as conseqüências pode ser muito difícil. Uma mudança brusca demais pode causar impacto demais.
Como lidar com isso, então? Se você não pode simplesmente ser o que você é, mas também não pode mudar por vontade própria, ao mesmo tempo em que não quer mudar por pressão alheia!
Só vejo uma solução, que é esperar a compreensão.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Caminhos.
Pensar em continuar, mas não ser forte o bastante para suportar.
Eles, sempre eles, a julgar-te, a olhar-te como se fosses o culpado. Culpado, é possível, mas em relação a que? Qual foi o erro dessa vez? Sempre há um erro, com quase absoluta certeza, mas só é possível vê-lo uma vez que já foi cometido.
Perfeição só há uma, Cher ami, em cada mente. Então, é impossível ser perfeito a todos olhos. O problema maior surge, no entanto, quando teus defeitos são mais considerados do que, propriamente, tuas qualidades.
Nesse ponto avançamos ao dilema inicial: tens dois caminhos. Podes seguir ou podes desistir.
Se escolheres seguir, continuando a lutar contra os olhares e pensamentos cruéis e escolhendo, por contra própria, o melhor para ti, terás que suportar a dor do julgamento, e isso eu posso garantir que não é agradável.
Se optares por desistir, é provável que tenhas que mudar o que és, abrindo mão de tudo que construístes para tua vida. Essa escolha, porém, pode ser mais dolorosa do que a primeira, pois não é fácil deixar tudo em que você acredita para trás.
Eu estou vivendo nesse dilema, em pleno início de ano. Acredito então que minha meta para 2010 será conciliar os dois caminhos, mesmo sabendo que é impossível.
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Primeira postagem do ano \o/
Muito obrigada a quem lê os meus surtos e desabafos :)
PS: Cher ami = caro amigo
PS²: Isso aí é influência dos livros que eu ando lendo -q
