O ódio é o mais exterminador dos sentimentos.
Pode matar, destruir, condenar...
Um reflexo do amor, uma vez que é o seu contrário. Forte como o mesmo, mas com suas reações, sempre irracionais, mais avassaladoras e, muitas vezes, irreversíveis.
Odiar é mesmo algo muito extremo.
Então, o que eu sinto por você não é isso, é mais algo como uma irritação quase incontrolável.
Você me irrita, cada vez mais, quando se intromete na minha vida, quando tenta aparecer a todo custo, quando me impede de ser o que eu sou, sem pressão, julgamento, intimidação.
Eu realmente não me importo se um dia você vai ou não ler isso, mas tenho certeza de que não estou gastando meu tempo em vão. Trabalhar nessas palavras é uma das maiores diversões pra mim, acredite. Você nunca vai saber disso, tenho certeza, em meio a sua futilidade.
Então, querida, saiba que, se eu estou escrevendo isso é porque eu tenho mesmo motivos (e quem viu o que eu vi, sabe que estou certa!)
-
Obrigada!
PS: Mais um dos meus desabafos inúteis a gente que não vai ler, então...PS²: Obrigada a quem lê os meus surtos, isso é muito importante pra mim ♥
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Decepção.
Cansaço.
Não físico, apesar de o mesmo ser visível.
Mental.
De toda essa falsidade, egoísmo, ambição e conveniência.
A conveniência entra onde só se unem a você por ela, por você tornar as coisas mais fáceis, com um sacrifício ou outro.
Ambição, afinal, todo mundo quer aparecer, não é?
Então, nada como (tentar) se aproximar de algumas das meninas mais famosas da escola (não entre os alunos, mas entre os professores).
Egoísmo, pelo simples motivo de que você só merece respeito (mesmo que forçado ou falso) quando é útil, para depois ser descartado como se faz com aqueles artigos de festa.
E a falsidade, a inimiga maior.
Fingir que isso é normal, como se ninguém percebesse o que acontece!
Não quero mais, próximas de mim, essas pessoas que ficam a todo o tempo me olhando e cochichando, esperando o meu erro.
Desistir, é o que eu quero.
De todas essas pessoas, que não me dão um mísero “bom dia” antes de pedir algo.
Essas pessoas, que me deixam doente, que me estressam e que fazem da minha vida um caos.
E quanto a decepção, eu realmente esperava que fosse diferente.
Não físico, apesar de o mesmo ser visível.
Mental.
De toda essa falsidade, egoísmo, ambição e conveniência.
A conveniência entra onde só se unem a você por ela, por você tornar as coisas mais fáceis, com um sacrifício ou outro.
Ambição, afinal, todo mundo quer aparecer, não é?
Então, nada como (tentar) se aproximar de algumas das meninas mais famosas da escola (não entre os alunos, mas entre os professores).
Egoísmo, pelo simples motivo de que você só merece respeito (mesmo que forçado ou falso) quando é útil, para depois ser descartado como se faz com aqueles artigos de festa.
E a falsidade, a inimiga maior.
Fingir que isso é normal, como se ninguém percebesse o que acontece!
Não quero mais, próximas de mim, essas pessoas que ficam a todo o tempo me olhando e cochichando, esperando o meu erro.
Desistir, é o que eu quero.
De todas essas pessoas, que não me dão um mísero “bom dia” antes de pedir algo.
Essas pessoas, que me deixam doente, que me estressam e que fazem da minha vida um caos.
E quanto a decepção, eu realmente esperava que fosse diferente.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Definição.
Começar...
A história que virou “primeira página”.
Aproximar...
Dois mundos que existem num só.
Acreditar...
Na mudança que não aconteceria.
Mudar...
Em nome de algo de pouca importância.
Questionar...
O certo e o errado.
Analisar...
As possibilidades, chances e fatos.
Perceber...
Há mais do que um coração envolvido.
Querer...
Mais do que tudo, que o tudo se acerte.
Tentar...
Ignorar, uma luta perdida.
Presenciar...
O primeiro impasse.
Aceitar...
Mas nunca esquecer.
Sentir...
A solidão na própria pele.
Esperar...
Ainda esperar, que as atitudes mudem.
Ouvir...
Explicações, sem jamais entendê-las.
Decidir...
Pensando no “perfeito pra mim”.
A história que virou “primeira página”.
Aproximar...
Dois mundos que existem num só.
Acreditar...
Na mudança que não aconteceria.
Mudar...
Em nome de algo de pouca importância.
Questionar...
O certo e o errado.
Analisar...
As possibilidades, chances e fatos.
Perceber...
Há mais do que um coração envolvido.
Querer...
Mais do que tudo, que o tudo se acerte.
Tentar...
Ignorar, uma luta perdida.
Presenciar...
O primeiro impasse.
Aceitar...
Mas nunca esquecer.
Sentir...
A solidão na própria pele.
Esperar...
Ainda esperar, que as atitudes mudem.
Ouvir...
Explicações, sem jamais entendê-las.
Decidir...
Pensando no “perfeito pra mim”.
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